19 de setembro de 2011

A impressão que tenho é que sou sempre eu que fala, que declara, que assume, que abre espaço na pista de dança pra que o outro possa rodar sem esbarrar em ninguém. Não reclamo, não considero essa a minha cruz, mas pela primeira vez estou me perguntando se devo, novamente, tomar a frente e dizer o que deve ser dito ou se devo fazer diferente, se deixo rolar, se divido a responsabilidade com ele, correndo o risco de que o tempo passe e ninguém fale nada? Aceito sugestões.

1 comentários:

Serginho Tavares disse...

a minha sugestão é: faça o que seu coração manda

beijos queridão, foi legal você ter aparecido por aqui!